terça-feira, 23 de agosto de 2011

Identificando eventos paranormais

Vozes, ruídos, aparições, sensações, movimentos... Como padronizar algo com tanta informação desencontrada, mitos e relatos?

Se partirmos pelos métodos científicos, nosso entendimento e posterior relato tornam-se muito aceito por pessoas esclarecidas. Então, vamos do princípio:

É fato que nada surge espontaneamente; nada se cria tudo se transforma. E também é fato que sem energia, não é possível transformar nada. É necessário que alguma forma de energia seja transformada para o fim desejado, para que ocorra algum evento. Não há como uma atividade paranormal manifestar-se fisicamente, sem que isso ocorra.

E de onde esse evento arrumaria essa energia? Como ele a transformaria em cinética, material ou sonora?

Há dois tipos de energia disponível em nossos ambientes terrenos: Eletricidade, através de campos magnéticos; Pela Terra, estática, diferenças de potenciais... e térmica, que pode ser gerada por fogo, por corpos vivos, pela própria eletricidade...

Sabendo que temos energia disponível por vários ambientes, vem a dúvida: Como essas entidades conseguem transformar esses dois tipos de energia em cinética (fazendo algo mover-se e/ou provocar ruídos com seu movimento), sonora (escutando vozes ou outros sons), ou mesmo materializando-se (casos muitos raros).

Esse ponto segue incógnita nesse estudo, com algumas teorias não conclusivas. Mas partindo do princípio que nós, humanos, conseguimos gerar e transformar diversos tipos de energia (se você pentear seu cabelo e imediatamente colocá-lo sobre papel picado, os pedaços grudam-se ao pente, devido à estática gerada pela fricção do mesmo no cabelo), a probabilidade de que entidades consigam transformar energia é enorme.

Algumas evidências tornam essa teoria muito forte, pois em todos os casos confirmados de atividades paranormais, foram detectadas quedas bruscas de temperatura no ambiente (mais de 5 graus Celsius), através de termômetros digitais. Grandes campos magnéticos que aumentavam e diminuíam de acordo com a intensidade dos eventos também foram medidos através de detectores, mostrando assim, que atividades podem transformar essas energias.

Algumas pessoas podem ter a sensação de frio ou calafrios devido queda repentinas de temperatura do ambiente, tanto pelo evento como por qualquer corrente de ar no ambiente. Sabemos que é fácil confundir sensações quando estamos perto de algum campo eletromagnético (uma caixa de disjuntores e eletricidade, por exemplo). Pessoas submetidas a longas exposições podem apresentar desconforto, arrepios, sensação de estar sendo observada, paranóia e etc.

A identificação desses eventos deve passar por alguns cuidados. Se há ruídos, devemos primeiramente procurar causas para os mesmos. Encanamentos soltos ou com ar dentro (após uma falta d'água) costumam causar ruídos desagradáveis e em horas impróprias; Tábuas soltas no piso podem causar sensações de passos no ambiente; felinos, roedores e animais podem causar ruídos em porões e sótãos, etc. Procure sempre uma explicação racional antes de rotular uma atividade como paranormal, lembre-se que elas são raras, mas não impossíveis.

Havendo movimentos, procure causas associadas. O vento ou uma corrente de ar pode bater portas, janelas, movimentar cortinas e etc. se o piso da casa estiver desnivelado, a vibração de um encanamento associada com uma corrente de ar pode fazer objetos leves que estejam em superfícies lisas "mudarem" de lugar. procure primeiramente uma explicação científica, algo racional.

Vozes, ruídos, aparições, sensações, movimentos... Como padronizar algo com tanta informação desencontrada, mitos e relatos?

Se partirmos pelos métodos científicos, nosso entendimento e posterior relato tornam-se muito aceito por pessoas esclarecidas. Então, vamos do princípio:

É fato que nada surge espontaneamente; nada se cria tudo se transforma. E também é fato que sem energia, não é possível transformar nada. É necessário que alguma forma de energia seja transformada para o fim desejado, para que ocorra algum evento. Não há como uma atividade paranormal manifestar-se fisicamente, sem que isso ocorra.

E de onde esse evento arrumaria essa energia? Como ele a transformaria em cinética, material ou sonora?

Há dois tipos de energia disponível em nossos ambientes terrenos: Eletricidade, através de campos magnéticos; Pela Terra, estática, diferenças de potenciais... e térmica, que pode ser gerada por fogo, por corpos vivos, pela própria eletricidade...

Sabendo que temos energia disponível por vários ambientes, vem a dúvida: Como essas entidades conseguem transformar esses dois tipos de energia em cinética (fazendo algo mover-se e/ou provocar ruídos com seu movimento), sonora (escutando vozes ou outros sons), ou mesmo materializando-se (casos muitos raros).

Esse ponto segue incógnita nesse estudo, com algumas teorias não conclusivas. Mas partindo do princípio que nós, humanos, conseguimos gerar e transformar diversos tipos de energia (se você pentear seu cabelo e imediatamente colocá-lo sobre papel picado, os pedaços grudam-se ao pente, devido à estática gerada pela fricção do mesmo no cabelo), a probabilidade de que entidades consigam transformar energia é enorme.

Algumas evidências tornam essa teoria muito forte, pois em todos os casos confirmados de atividades paranormais, foram detectadas quedas bruscas de temperatura no ambiente (mais de 5 graus Celsius), através de termômetros digitais. Grandes campos magnéticos que aumentavam e diminuíam de acordo com a intensidade dos eventos também foram medidos através de detectores, mostrando assim, que atividades podem transformar essas energias.

Algumas pessoas podem ter a sensação de frio ou calafrios devido queda repentinas de temperatura do ambiente, tanto pelo evento como por qualquer corrente de ar no ambiente. Sabemos que é fácil confundir sensações quando estamos perto de algum campo eletromagnético (uma caixa de disjuntores e eletricidade, por exemplo). Pessoas submetidas a longas exposições podem apresentar desconforto, arrepios, sensação de estar sendo observada, paranóia e etc.

A identificação desses eventos deve passar por alguns cuidados. Se há ruídos, devemos primeiramente procurar causas para os mesmos. Encanamentos soltos ou com ar dentro (após uma falta d'água) costumam causar ruídos desagradáveis e em horas impróprias; Tábuas soltas no piso podem causar sensações de passos no ambiente; felinos, roedores e animais podem causar ruídos em porões e sótãos, etc. Procure sempre uma explicação racional antes de rotular uma atividade como paranormal, lembre-se que elas são raras, mas não impossíveis.

Havendo movimentos, procure causas associadas. O vento ou uma corrente de ar pode bater portas, janelas, movimentar cortinas e etc. se o piso da casa estiver desnivelado, a vibração de um encanamento associada com uma corrente de ar pode fazer objetos leves que estejam em superfícies lisas "mudarem" de lugar. procure primeiramente uma explicação científica, algo racional.

Olhe se não há correntes de ar, janelas abertas, pequenas vibrações no piso ou no móvel. Eliminando claramente essas possibilidades, estaremos diante de alguma atividade paranormal.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Entendendo o que são os eventos e como nosso corpo reage.


SOBRENATURAL OU PARANORMAL é o termo empregado para descrever fenômenos estranhos ao conhecimento científico do momento. Assim mesmo, são vivenciados por seres vivos diversos.

Em geral pressupõe-se a existência de algum tipo de realidade além da física, como o mundo espiritual, Deus ou uma dimensão mental não detectável pela matéria. Seria então nesta instância superior que estaria a causa do fenômeno sobrenatural, que não poderia ser detectada por meios físicos.

Grande parte das crenças é explicada pela influência das religiões, pois geralmente se baseiam em pressupostos sobrenaturais. A dificuldade de se compreender as causas de fenômenos ocorridos em situações desfavoráveis a qualquer controle, ou carregadas de força emocional, leva também as pessoas a rotular eventos, onde definir e confundir paranormalidade são coisas comuns.

Medo é o alerta de perigo do cérebro de que algo está errado, e avisa o corpo para preservar-se.

Se você está no escuro, o cérebro amplia os outros sentidos, para compensar a falta de visão. Se qualquer ruído ocorrer, ele ira associar a algo “pré-gravado”, e se não houver reconhecimento, um alerta para o corpo será enviado, causando o que definimos por medo.

Outro caso clássico é associar pessoas ou vultos ao redor da cama quando acordamos no meio da noite, e a visão está ruim.

O cérebro tentará associar uma sombra ou vulto a algo conhecido (o vento sacudindo galhos a meia luz, um carro passando na rua e seus faróis podem causar esses vultos).

Nisso, forma-se a “imagem”. Associe agora um barulho qualquer, e lá vai o cérebro tentando associar... Se você estiver sozinho no quarto, a sensação de desamparo vêm imediatamente...e o quadro do medo está montado, associando algo comum a algum evento paranormal.

Um caso muito famoso mostra como o medo é perigoso quando não compreendido. O caso é de um jovem morto por um ataque cardíaco fulminante em um cemitério.

Numa aposta com amigos e amigas da sua turma, ele deveria atravessar um cemitério. No cumprimento da aposta, ao passar por um túmulo, sentiu algo “agarrar” sua calça, e de acordo com os relatos dos amigos ele desatou a berrar por socorro.

Quando a polícia chegou ao local, encontrou o jovem fulminado por um ataque cardíaco.

Uma pequena raiz externada de arbusto prendeu-se na bainha de sua calça, e ao puxar a perna, a mesma foi segura pela raiz.

O que passaria pela mente de uma pessoa que atravessa um campo de corpos no meio da noite, totalmente escuro, sem visão nenhuma, e é “puxado” por uma perna?

Sabendo-se o conceito de sobrenaturalidade, paranormalidade e medo, e possível ter um controle maior sobre as coisas.